Negócio:
Uso:
Tipo:
Cidade:
Bairro:
 
Busca Avançada

Indicadores econômicos
Simular financiamento
Seguros
Serviços
Links
Guia do Lar
Parceiros
Anuncie aqui
 
Notícias
18/10/2009 - Financiamento eterno da casa própria
18/10/2009 - Juiz condena corretor por letigãncia de má fé
11/09/2009 - Paciente que tem os remédios trocados deve ser indenizado
Ver todas...
Painel de Controle
Email:  
Senha:  
    Esqueci minha senha
 
                          
“Bolsa Cobertura” é só para alto escalão do governo

    

BOLSA-COBERTURA” É SÓ PARA ALTO ESCALÃO DO GOVERNO

Em novo anúncio para “aquecer” os empréstimos habitacionais e a indústria da construção civil, o Governo noticiou que vai aumentar o valor do imóvel financiável com recursos do FGTS para R$ 500.000,00, onde será possível financiar até 90%, com taxas de 8,4% ao ano de juros mais correção monetária, em até 30 anos.

Para o presidente do IBEDEC, José Geraldo Tardin, “a medida pode ser chamada de “bolsa-cobertura”, já que por este preço é possível adquirir uma cobertura em vários bairros das grandes cidades e é um tipo de financiamento que só se destina ao alto escalão do Governo ou aos executivos de grandes empresas, face a renda que será exigida para sua concessão”.

Tardin exemplificou quanto custaria um financiamento deste tipo:

Valor do Imóvel: R$ 500.000,00
Valor Financiável: R$ 450.000,00 (=90% do valor do imóvel)
Taxa de Juros: 8,4% ao ano
Prazo Máximo: 30 anos ou 360 meses
Valor da Parcela: R$ 4.400,00
Renda Exigida: R$ 15.000,00 para comprometimento de 30% com 1ª Parcela
R$ 22.000,00 para comprometimento de 20% com 1ª Parcela
Tardin ainda destacou que “nas contas acima, não estão computados os valores de correção monetária, que hoje é atrelado a TR e infla em mais 3% ao ano o saldo devedor. No exemplo citado, o valor total pago ao final do financiamento será de cerca de R$ 1.600.000,00 (hum milhão e seiscentos mil reais), uma pequena fortuna para milhões de brasileiros”.
Para Tardin, “só Ministros, funcionários do alto escalão do governo e executivos de grandes empresas poderiam comprovar renda para ter acesso a um financiamento deste tipo. E o risco do mutuário que tomar este tipo de empréstimo ficar inadimplente é muito grande, face ao alto valor das parcelas em relação a sua renda, o que revela que um grande risco para o SFH e é um contra-senso em um momento de grave crise econômica”.
Tardin finaliza dizendo que “o ideal seria o governo baixar os juros do financiamento habitacional para a classe média aos mesmos níveis cobrados da classe baixa, que hoje é de 5% ao ano. Não há justificativa para cobrar juros maiores de quem tem maior renda, se a fonte dos recursos é a mesma (poupança e FGTS) para todos os financiamentos. Isto penaliza a classe média, não estimula o real aquecimento da economia e dificulta o acesso de mais famílias ao financiamento habitacional”.


Fonte IBEDEC

 
 
 
  Principal | Quem somos | Imobiliárias e Corretores | Anuncie aqui | Serviços | Links | Contato  
Sistema para Imobiliárias e Corretores
Todos os direitos reservados
Desenvolvido e licenciado por AV Sistemas